A sombra que ilumina: a poesia de António Franco Alexandre

Ricardo Gil Soeiro

Abstract


É nosso propósito tactear a poesia franco alexandrina, sabendo que o labor que a anima se demora nesta “fala imperceptível,” sempre situada no limiar entre o sim e o não, entre a luz e a sombra, entre a mágoa dos corpos e a redenção do encontro, entre um angustiante e obstinado mutismo das coisas (dos seus “objectos principais”) e o horror da sua inviolada transparência.

Keywords


Poetry; Portugal

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DOI: http://dx.doi.org/10.21471/jls.v7i0.275

Copyright (c) 2018 Ricardo Gil Soeiro