Journal of Lusophone Studies: Announcements https://jls.apsa.us/index.php/jls <p>The <em>Journal of Lusophone Studies</em> (formerly <em>ellipsis</em>) is the official journal of the <a href="http://apsa.us" target="_self">American Portuguese Studies Association</a>. It is peer-reviewed and published twice a year.</p> <p>In keeping with the founding principles of APSA, the<em> Journal of Lusophone Studies</em> strives to foster the expansion and diffusion of knowledge on the peoples and cultures of Portuguese-speaking countries and diasporas. It achieves this by publishing the scholarly work of researchers from the around the world.</p> <p>The journal’s commitment to open access is an extension of APSA’s founding principles. It shows our support for the accelerated discovery of information through the unrestricted sharing of ideas, and it allows us to increase public enrichment through the free presentation of cutting-edge research on the languages, peoples, and cultures of countries where Portuguese is spoken.</p> en-US Upcoming Issue: Call for Papers: Special Issue on Luso-African Literatures https://jls.apsa.us/index.php/jls/announcement/view/8 <p><strong><em>I AM EMBEDDED IN A HISTORY OF IMPOSED SILENCES*&nbsp;</em></strong></p> <p><strong>PRÁTICAS LITERÁRIAS E ARTÍSTICAS DECOLONIAIS LUSO-AFRICANAS</strong></p> <p>Este dossiê do <em>Journal of Lusophone Studies </em>abre uma chamada para artigos que explorem os trabalhos literários, artísticos e culturais de autoras(es) africanas(os), portuguesas(es) e afro-portuguesas(es) e que se debrucem, a partir da escrita tradicional ou intermedial, sobre as narrativas coloniais, pós-coloniais e anticoloniais e, também, sobre a produção diaspórica à luz dos fluxos migratórios e interculturais contemporâneos.</p> <p>Procuram-se trabalhos em torno das literaturas, cinemas e restantes artes audiovisuais luso-africanas em português que, de modo interdisciplinar ou não, elaborem certas abordagens alternativas e periféricas, humanas e não-humanas, como o feminismo, a visibilização dos corpos racializados e <em>queer</em>, do vegetal, do animal e da <em>coisa</em>. Pretende-se que estes contributos prolonguem e promovam o debate acerca de temáticas fundamentais nos dias de hoje, entre outras, renegociações identitárias, políticas da identidade e do corpo, natureza, espaço/lugar, memória e história, narrativas de resistência e reparação ou desigualdades económicas.</p> <p>Dentre as possíveis questões que este dossiê pretende abordar estão:</p> <ul> <li class="show">Como se desconstroem e combatem, de maneira literária e artística, os legados coloniais e as dinâmicas neocoloniais?</li> <li class="show">Como é que as(os) autoras(es) africanas(os), portuguesas(es) e afro-portuguesas(es)&nbsp;desafiam noções fixas de pertencimentos e de lugares, radicalismos, marginalizações e formas de nostalgia reacionária?</li> <li class="show">O que constitui, no contexto global da literatura e das artes contemporâneas, uma expressão afro-portuguesa?&nbsp;</li> <li class="show">De que modo se podem pensar as paisagens culturais africanas e euro-africana em português?</li> <li class="show">Como é que as(os) criadoras(es) afrodescendentes dialogam com os discursos e os debates nacionais e internacionais?</li> <li class="show">Que papel desempenha a prática literária da poesia intermedial ou expandida, avessa à oficialidade do sistema escrito e alfabético, no processo de decolonização?&nbsp;</li> <li class="show">Como se pensa sobre o desenho das manifestações da diáspora africana?</li> <li class="show">Como se concretizam artisticamente as práticas de convivialidade e conflito entre o país que colonizou e os países colonizados?</li> <li class="show">Como se articulam, teorica e tecnicamente, os mecanismos literários e artísticos em prol do aprofundamento das interações entre espaço/tempo, espaço/identidade, passado e presente, presente e futuro?</li> <li class="show">Como é que se revisita e contesta o arquivo colonial, construindo outras memórias e reinventando certos discursos e noções históricas de identidades fixas?</li> <li class="show">Como é que a literatura, o cinema, a performance e as artes visuais podem tornar visível a interseccionalidade entre as lutas pelo meio ambiente, pela justiça racial e social, pela comunidade <em>queer</em> e pela igualdade de género?</li> <li class="show">O que nos ensina este tipo de produção cultural sobre as experiências e os testemunhos das diversas comunidades luso-africanas?</li> <li class="show">…</li> </ul> <p>Os ensaios não devem exceder as 8.000 palavras, incluindo notas e bibliografia e devem ser preparados de acordo com a edição mais recente do MLA Style Manual. O manuscrito não deve conter qualquer forma de identificação, tais como nome, filiação institucional e publicações anteriores referidas na primeira pessoa. Deve ser incluído, no manuscrito, um resumo de 250 palavras. Os artigos serão submetidos a avaliação cega por pares antes de serem aceites. Envie o seu artigo para o endereço <a href="mailto:jls.apsa23@gmail.com">jls.apsa23@gmail.com</a> até 31 de julho de 2022.</p> <p>* Grada Kilomba, <em>While I Write</em>, Bienal de São Paulo. 2016. Acessível aqui: <a href="https://bit.ly/3ue21yl">https://bit.ly/3ue21yl</a>.&nbsp;</p> <p>Patrícia Lino (UCLA)</p> <p>Patrícia Martinho Ferreira (UMass Amherst)</p> <p>---------------------</p> <p><strong><em>I AM EMBEDDED IN A HISTORY OF IMPOSED SILENCES</em></strong><strong>*<em>.&nbsp;</em></strong></p> <p><strong>DECOLONIAL LUSO-AFRICAN LITERARY AND ARTISTIC PRACTICES&nbsp;</strong></p> <p>This special issue of the <em>Journal of Lusophone Studies </em>welcomes articles on the literary, artistic and cultural works by African, Portuguese and Afro-Portuguese authors that explore, through traditional or intermedial writing, colonial, post-colonial and anticolonial narratives, as well as diasporic productions in light of contemporary migrations and intercultural flows.</p> <p>We seek works that focus on Luso-African literatures, cinemas and other audiovisual arts in Portuguese that, in an interdisciplinary way or not, develop possible alternative and peripheral approaches, human and non-human, such as feminism, and the visibility of racialized and queer bodies, plants, animals and objects. These contributions ought to enlarge and promote the debate on key contemporary themes, among others, identity renegotiations, identity and body politics, nature, place/space, memory and history, narratives of resistance and reparation, and economic inequalities.</p> <p>Some of the questions we hope to respond to include:</p> <ul> <li class="show">How colonial legacies and neocolonial dynamics are deconstructed and contested artistically?</li> <li class="show">How do African, Portuguese and Afro-Portuguese author(s) challenge fixed notions of belonging and space, radicalisms, marginalizations and forms of reactionary nostalgia?</li> <li class="show">What constitutes, in the global context of literature and contemporary art, an Afro-Portuguese expression?</li> <li class="show">How can we envision African and Euro-African cultural landscapes in Portuguese?</li> <li class="show">How do artists of African descent dialogue with national and international discourses and debates?</li> <li class="show">What is the role of literary practices of intermedial or expanded poetry, averse to official writing and the alphabetic system, in the decolonial process?</li> <li class="show">How can we map and think about African diaspora manifestations?</li> <li class="show">How practices of conviviality and conflict between the colonizer and colonized countries are artistically constructed and materialized?</li> <li class="show">How literary and artistic mechanisms, theoretically and technically, are articulated in favor of deepening the interactions between space/time, space/identity, past and present, present and future?</li> <li class="show">How can we revisit and challenge the colonial archive in order to construe other memories and to reinvent certain historical discourses and notions of fixed identities?</li> <li class="show">How literature, cinema, performance and visual arts can illuminate the intersectionality between the fights for environmental equity, racial and social justice, and for the queer community and gender equality?</li> <li class="show">What does this type of cultural production teach us about the diverse Luso-African communities’ experiences and testimonies?</li> <li class="show">…</li> </ul> <p>All essays should not exceed 8,000 words, including notes and works cited, and should be prepared according to the most recent edition of the MLA Style Manual. The manuscript should not have any form of identifying information such as the author's name, institutional affiliation and previous publications referred to in the first person. Please also include a 250-word abstract with your submission. All essays will be subjected to a double-blind peer review process prior to acceptance. Please send submissions to <a href="mailto:jls.apsa23@gmail.com">jls.apsa23@gmail.com</a> by 31 July 2022.</p> <p>* Grada Kilomba, <em>While I Write</em>, Bienal de São Paulo. 2016. Available here: <a href="https://bit.ly/3ue21yl">https://bit.ly/3ue21yl</a>.&nbsp;</p> <p>Patrícia Lino (UCLA)</p> <p>Patrícia Martinho Ferreira (UMass Amherst)</p> Journal of Lusophone Studies 2022-02-22 Upcoming Issue: Special Issue on Narratives of the Apocalypse https://jls.apsa.us/index.php/jls/announcement/view/7 <div class="section "> <p>This special issue of the&nbsp;<em>Journal of Lusophone Studies&nbsp;</em>welcomes articles that explore the apocalypse in Lusophone literary and cultural production through its multiple themes, forms, and implications, including transnational and comparative approaches. From the well-defined genre of post-apocalyptic fiction to a pervasive perception of a world in danger, and from medieval texts to twenty-first century novels, apocalyptic imaginaries have taken many shapes across the Lusophone world.</p> </div> <div class="section "> <p>The apocalypse is perhaps the most intractable of phenomena, open to religious, ideological, environmental, technological, and epidemiological interpretations of the end of civilization. The apocalypse has traditionally operated as a fringe hermeneutic, marked by the speculation of dooms-dayers or dominated by Western eschatologies. While apocalyptic imaginaries can be traced back to before the birth of Christ, the increased connectivity and global interaction of modern times have woven the notion of our impending extinction into the fabric of everyday life. The arms race of the twentieth century, for example, stoked existential fears as the prospect of humanity’s annihilation loomed under the specter of nuclear war. The twenty-first century is abound with its own existential crises. From natural disasters of epic proportions to manmade climate catastrophes, from the threat of an all-out technological collapse to the calamitous outcomes of a global pandemic, the end of the world feels right around the corner.</p> <p>This special issue of the&nbsp;<em>Journal of Lusophone Studies&nbsp;</em>welcomes articles that explore the apocalypse in Lusophone literary and cultural production through its multiple themes, forms, and implications, including transnational and comparative approaches. From the well-defined genre of post-apocalyptic fiction to a pervasive perception of a world in danger, and from medieval texts to twenty-first century novels, apocalyptic imaginaries have taken many shapes across the Lusophone world. By inquiring into the political, religious, environmental, or cultural dimensions of the apocalypse written in Portuguese, “Apocalyptic Imaginaries in Portuguese” seeks to understand the role, the specificity, and the contributions of Lusophone perspectives to global understandings of the end of the world on a multi-temporal scale.</p> <p>Some of the questions we hope to respond to include:</p> <ul> <li class="show">What constitutes a Lusophone expression of the apocalypse? How might it be distinct from other global apocalyptic imaginings?</li> <li class="show">What might a Lusophone perspective contribute to how we understand the end of the world? How might it subvert traditional configurations of knowledge, power, and epistemology?</li> <li class="show">How is the apocalypse explored across different cultural forms and literary genres? Are there generic differences in representations of the apocalypse?</li> <li class="show">Have apocalyptic imaginaries outgrown the speculative genre?</li> <li class="show">How do apocalyptic narratives tackle contemporary challenges related to climate change, COVID-19, and shifts in political landscapes?</li> <li class="show">How do the arts imagine solutions for the problems of contemporary reality and how might they help us imagine envision a different future for our planet?</li> <li class="show">Is there any place for hope in apocalyptic imaginaries? Regardless of whether solutions or happy endings are achieved, how is hope imagined, depicted, and negotiated?</li> <li class="show">What is the role of religion in broader views of the apocalypse? How are religious, mystical, and messianic dimensions present in secular perspectives?</li> <li class="show">How might apocalyptic narratives and alternative eschatologies constitute a decolonial project?</li> <li class="show">How do apocalyptic imaginaries intersect with issues of race and gender?</li> </ul> <p>All essays should be between 6,000 and 8,000 words, including notes and works cited. Essays should be prepared according to the most recent edition of the MLA Style Manual. The author’s name should not appear in the manuscript, nor should any other form of identifying information such as institutional affiliation. Please also include a 250-word abstract with your submission. Essays will be subjected to a double-blind peer review process prior to acceptance. Please send submissions to Chloe Hill (chloehill@unc.edu) and Victoria Saramago (saramago@uchicago.edu) by 1 July 2021.</p> <p>O apocalipse é um fenômeno singularmente desafiador, aberto a interpretações religiosas, ideológicas, ambientais, tecnológicas e epidemiológicas acerca do fim da civilização. Tem, ademais, operado tradicionalmente como uma hermenêutica periférica, marcada pela especulação sobre o Juízo Final ou dominada por escatologias ocidentais. Embora os imaginários apocalípticos possam ser rastreados até antes do nascimento de Cristo, a crescente conectividade e interação globais na modernidade imprimiram a ameaça de uma extinção iminente nos meandros da vida cotidiana. A corrida armamentista do século XX, por exemplo, alimentou temores existenciais na medida em que a perspectiva de aniquilação da humanidade pairava sobre o espectro de uma guerra nuclear. O século XXI está repleto de crises existenciais próprias. De desastres naturais de proporções épicas a catástrofes climáticas provocadas pelo homem, da ameaça de um colapso tecnológico total aos resultados calamitosos de uma pandemia global, o fim do mundo parece constantemente à espreita.</p> <p>Este dossiê do Journal of Lusophone Studies (Revista de Estudos Lusófonos) abre chamada para artigos que exploram o apocalipse na produção literária e cultural lusófona através dos seus múltiplos temas, formas e implicações, incluindo abordagens transnacionais e comparatistas. Do gênero bem definido de ficção pós-apocalíptica a uma percepção generalizada de um mundo em perigo e de textos medievais a romances do século XXI, os imaginários apocalípticos assumiram muitas formas no mundo lusófono. Ao investigar as dimensões políticas, religiosas, ambientais ou culturais do apocalipse escrito em português, “Apocalyptic Imaginaries in Portuguese” busca compreender o papel, a especificidade e as contribuições das perspetivas lusófonas para a compreensão global do fim do mundo em uma escala multitemporal.</p> <p>Dentre as possíveis perguntas que este dossiê visa abordar estão:</p> <ul> <li class="show">Como se constitui uma expressão lusófona do apocalipse? Como esta difere de outras imaginações apocalípticas em nível global?</li> <li class="show">Como uma perspectiva lusófona poderia contribuir para a forma como entendemos o fim do mundo? Como esta poderia subverter as configurações tradicionais de conhecimento, poder e epistemologia?</li> <li class="show">Como o apocalipse é explorado em diferentes formas culturais e gêneros literários? Existem diferenças genéricas nas representações do apocalipse?</li> <li class="show">Os imaginários apocalípticos superaram o gênero especulativo?</li> <li class="show">Como as narrativas apocalípticas lidam com os desafios contemporâneos relacionados às mudanças climáticas, COVID-19 e mudanças no cenário político?</li> <li class="show">Como a literatura e outras artes imaginam soluções para os problemas da realidade contemporânea e como podem nos ajudar a imaginar um futuro diferente para o nosso planeta?</li> <li class="show">Existe algum lugar para esperança nos imaginários apocalípticos? Independentemente de soluções ou finais felizes serem alcançados, como a esperança é imaginada, retratada e negociada?</li> <li class="show">Qual é o papel da religião em visões mais amplas do apocalipse? Como as dimensões religiosas, místicas e messiânicas estão presentes em contextos seculares?</li> <li class="show">Como narrativas apocalípticas e escatologias alternativas podem constituir um projeto descolonial?</li> <li class="show">Como os imaginários apocalípticos encontram pontos de interseção com questões de raça e gênero?</li> </ul> <p>Os ensaios devem ter entre 6.000 e 8.000 palavras, incluindo notas e bibliografia. Os ensaios devem ser preparados de acordo com a edição mais recente do MLA Style Manual. O nome do autor não deve aparecer no manuscrito, nem quaisquer outras formas de identificação, tais como afiliação institucional e publicações anteriores referidas em primeira pessoa. Inclua também um resumo de 250 palavras em sua inscrição. Os artigos passarão por um parecer cego antes de sere aceitos. Envie seu artigo para Chloe Hill (chloehill@unc.edu) e Victoria Saramago (saramago@uchicago.edu) até 1 de julho de 2021.</p> </div> Journal of Lusophone Studies 2021-05-01